<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5775342469272126849</id><updated>2012-02-02T06:20:15.446-08:00</updated><category term='arminianismo'/><category term='epistemologia'/><title type='text'>Reflexões na Perspectiva Teológica Arminiana</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://arminiano.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5775342469272126849/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arminiano.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Arminiano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05067142256774948525</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-Ra15le0LeOY/TyoCdz6oljI/AAAAAAAAAAg/j3t0OCR2Ugk/s220/doug01.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5775342469272126849.post-1803553404329698369</id><published>2012-02-01T05:02:00.000-08:00</published><updated>2012-02-01T05:02:43.557-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='epistemologia'/><title type='text'>Breves considerações: A busca do homem pela verdade</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Desde os tempos mais remotos o homem busca de forma angustiante uma relação com a verdade, essa lhe parece essencial e ao mesmo tempo transcendente.&amp;nbsp; Mas uma pergunta que se impõe de forma desafiadora é: O que é a verdade?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Todos, em algum momento de sua vida já se questionaram sobre seus valores, suas crenças, suas concepções a respeito de determinados assuntos, quando se interage com o mundo, quando se relacionamos com os outros essas questões certamente nos virão à tona.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Quando isso acontece várias reações podem ocorrer, medo, dúvida, certeza, pânico e uma infinidade de sentimentos poderiam ser listados quando nossas concepções, ainda que por um breve momento sejam questionadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A pergunta entre outros, é um dos instrumentos que auxilia o homem ruma a esse caminho desconhecido, perguntar é desejar saber o motivo, a existência de algo, e isso já se torna suficiente para o caminho em busca da verdade. A relação do homem com a verdade lhe confere significado, valor e senso de realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O homem precisa da verdade, e sobre essa a filosofa Marilena Chauí(2000, p.55) faz o seguinte comentário: “O desejo da verdade aparece muito cedo nos seres humanos como desejo de confiar nas coisas e nas pessoas, isto é, de acreditar que as coisas são exatamente tais como as percebemos e o que as pessoas dizem é digno de confiança e crédito&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 11.0pt;"&gt;”, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;e ela que possibilita o convívio social, todos os relacionamentos, tratos, promessas, contratos necessitam de alguma forma da verdade como instrumento garantidor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A questão da verdade não é uma querela intelectual, antes é algo vital para a direção do individuo, para a forma como ele se relaciona com mundo, de como se posiciona a favor ou contra determinado argumento, sem saber a verdade seria impossível uma existência consciente no mundo, o questionamento exige uma resposta, e essa resposta só é válida se estiver em correspondência com a realidade.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;É essa correspondência que liberta do homem de um caos epistemológico, de uma desorientação sistêmica e paralisante, é por meio da verdade que o individuo se movimenta em um processo contínuo de aperfeiçoamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A filosofia fundamentalmente precisa enfrentar o problema da busca pela verdade, e essa questão sempre esteve presente tanto na filosofia clássica como em filósofos contemporâneos. Segue disto que no decorrer do processo histórico da filosofia surgiram algumas escolas de pensamento com teorias a respeito da verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Temos em Platão e Descartes a corrente epistemológica conhecida por racionalismo. O racionalismo é uma concepção filosófica que defende que o conhecimento é obtido por meio da razão somente. Para o racionalismo a opinião, crença, percepção e sensações são enganosas e nos afastam do conhecimento, cabe a razão excluí-las.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O Empirismo, no entanto, afirma que o conhecimento é obtido por meio da experiência. Nessa epistemologia o conhecimento é um processo ascendente que se inicia por meio da experiência até que alcance as idéias, mas afirma ser impossível conhecer somente pela razão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;A questão da verdade tem sido levantada durante todo o período da história da filosofia, quer pelos pré-socráticos, por Sócrates, Platão e Aristóteles, seja no período medieval com Agostinho e Tomás de Aquino, ou no moderno Com Descartes, Bacon e outros, sempre a questão da verdade é um dos problemas com os quais os filósofos precisam lidar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Essa é a grande saga da humanidade, a questão não é apenas uma busca, uma angustia um desespero, pelo absoluto, a questão não é apenas um caminho, um lugar aonde chegar, é preciso que a resposta contenha tudo isso, apaziguamento intelectual e conseqüentemente psicológico, que corresponda à realidade e que se possa dar crédito, que seja confiável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Dessa forma o homem caminha desde os primórdios, questionando, indagando e buscando respostas que lhe satisfaçam não só a mente, mas também o coração, e a filosofia é a ferramenta que o auxilia nesse processo, uma bússola para a verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Bibliografia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;CHAUI, Marilena, Filosofia. São Paulo. Ed ática. 2000.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;GEISLER, Norma; FEINBER Paul. Introdução à Filosofia. São Paulo. Vida Nova. 1983.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5775342469272126849-1803553404329698369?l=arminiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arminiano.blogspot.com/feeds/1803553404329698369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arminiano.blogspot.com/2012/02/breves-consideracoes-busca-do-homem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5775342469272126849/posts/default/1803553404329698369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5775342469272126849/posts/default/1803553404329698369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arminiano.blogspot.com/2012/02/breves-consideracoes-busca-do-homem.html' title='Breves considerações: A busca do homem pela verdade'/><author><name>Arminiano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05067142256774948525</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-Ra15le0LeOY/TyoCdz6oljI/AAAAAAAAAAg/j3t0OCR2Ugk/s220/doug01.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5775342469272126849.post-8924948459769793913</id><published>2012-01-29T16:04:00.000-08:00</published><updated>2012-01-29T20:54:54.457-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arminianismo'/><title type='text'>Como Cheguei ao Arminianismo (Parte I)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Freqüentei a Assembléia de Deus desde a minha infância, acostumado com aqueles cultos pentecostais aprendi os primeiros passos da fé cristã, participei da escola dominical em todas as suas faixas etárias, cantei no grupo de crianças, li textos bíblicos no culto de talentos em fim, tudo o que se aprender em uma igreja da AD com seu culto participativo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Lembro também de gostar muito das pregações, os temas sempre atrelados a pneumatologia (doutrina do Espírito Santo) e como Ele capacitava o cristão a ser usado por Deus. O resultado de tal ambiente era óbvio, muitos meninos assim como eu aguardavam o “Dia” em que seriam ungidos pelo Senhor para uma Grande Obra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Como todo filho de assembleiano (ou quase sempre) saí da igreja na fase adolescência para conhecer o “mundo”, minha passagem foi rápida talvez uns 5 anos fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Com uns 16 anos tive uma experiência de crise (conversão) e desde então me dedicava muito a vida devocional e aos estudos da revista dominical da CPAD, que era o máximo para mim em tal tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;No meu tempo de escola meus professores sempre procuraram desenvolver meu senso crítico e com isso após a conversão uma vontade de aprender se instalou em mim de forma inexplicável, tudo porém de forma muito intuitiva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Certo dia procurava na radio por uma emissora evangélica, algo que até em tão era desconhecido para mim, encontrei alguém com uma oratória incrível e falando da Bíblia, então ajustei a sintonia e escutei o Pr. Que pregava de forma como eu nunca tinha ouvido antes, não sabia o nome dele, mas queria saber quem era e de que igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;O rádio ainda era aquele de sintonia analógica, então se eu mudasse os “palitinhos” (não sei o nome técnico para isso) perderia a freqüência, pois não sabia o nome da rádio nem o do Pastor, então guardei o rádio para que no outro dia pudesse tentar descobrir as informações que eu desejava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;No outro dia liguei o rádio e deixei tocando o dia todo (tempo bom, na época ainda não sabia o que era trabalho) lá pelas 16:00 horas o programa do tal pastor começa, seu nome: Ricardo Gondim, reflexões com Ricardo Gondim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Passei um ano o ouvindo diariamente, e com isso a certeza que eu deveria me aprofundar mais na Palavra cresceu. Em conseqüência disso fui estudar teologia em um seminário Evangélico de linha reformada (só depois, claro aprendi a fazer tais distinções) e foi a partir desse momento que conheci o bicho chamado calvinismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Boa parte dos professores eram presbiterianos calvinistas e de repente me vi envolvido em um tema que em meus tempo de igreja jamais foi ensinado. Tais professores ocupavam disciplinas (na minha perspectiva é claro) centrais para incutir o calvinismo nos jovens calouros, teologia sistemática, exegese do novo testamento e exegese de romanos só para citar algumas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Eram argumentos que eu desconhecia tanto no sentido histórico como em stricto senso, isso me levou a uma obrigação de conhecer do que se tratava e se era bíblico e coerente. Li todas as teologias sistemáticas disponíveis na biblioteca do seminário, Hodge, A.A Hodge, Strong, Chafer, Bancroft, Berkhof, Grudem, J.I Packer, Aliser McGrath, Franklin e Allan Myatt, Herber Campos [são os que tenho como memória recente] verifiquei uma escrita acadêmica, elegante e um conjunto de argumentos [que se não era coerente com a bíblia] coerentes com o sistema que pretendia defender.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;Confesso que fiquei intrigado, inquieto, apesar de não fazer nenhum sentido com uma leitura natural das Escrituras, havia uma boa concatenação dos argumentos. &amp;nbsp;Por meio da leitura dessas Obras conheci um tal de Jacob Armínio. &amp;nbsp;(continua....)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5775342469272126849-8924948459769793913?l=arminiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://arminiano.blogspot.com/feeds/8924948459769793913/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://arminiano.blogspot.com/2012/01/como-cheguei-ao-arminianismo-parte-i.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5775342469272126849/posts/default/8924948459769793913'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5775342469272126849/posts/default/8924948459769793913'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://arminiano.blogspot.com/2012/01/como-cheguei-ao-arminianismo-parte-i.html' title='Como Cheguei ao Arminianismo (Parte I)'/><author><name>Arminiano</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05067142256774948525</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/-Ra15le0LeOY/TyoCdz6oljI/AAAAAAAAAAg/j3t0OCR2Ugk/s220/doug01.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
