A
cognoscibilidade da justiça de Deus está intimamente ligada à visão de Armínio da
Escritura, o que intimamente está correlacionada com o seu intelectualismo (cf.
mais adiante). A resposta de Armínio aos dez axiomas (axiomata) de Perkins em seu “Exame do planfleto do Dr. Perkins” (Examen Perkinsiani) claramente ilustra
isso. Ele nega que estes axiomas sejam geralmente aceitos e que podem ser
atribuídos ao estado obscurecido da mente como resultado do pecado, e prossegue
sua critica de modo enérgico. Dois desses assim chamados axiomas o levam ao
desenvolvimento de sua visão da justiça de Deus. Já em conexão com o primeiro
axioma Armínio enfatiza que o princípio de que todas as ações de Deus são
justas não nos permite atribuir algo a ele que possa ser injusto de acordo com
os padrões humanos.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Por quem Cristo Morreu?
*Por quem Cristo Morreu?
Está é uma pergunta vital por causa de inúmeras teorias
defendidas na igreja cristã. A teoria calvinista de uma “expiação limitada”
ensina que Cristo morreu apenas pelos eleitos a quem Ele escolhera previamente.
Vejamos o que a Bíblia ensina
A)
Pela Igreja. Não há duvida de que Cristo morreu pelos crentes que são membros
do seu corpo, a igreja.
“Maridos,
amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou
por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de
água pela palavra, para apresentar a si
mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa
e sem defeito” (Ef 5:25-27).
“Assim
como o Pai me conhece a mim e eu conheço o Pai; e dou minha vida pelas ovelhas”
(Jo 10:15).
“É
por eles que eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque
são teus... Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam
um, assim como nós” (Jo 17:9-11).
B)
Pelo Mundo inteiro. Existe um número ainda maior de passagens para mostrar que
Cristo morreu pelo mundo inteiro, por cada indivíduo. “Todos nós andávamos
desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho, mas o Senhor
fez cair sobre ela a iniqüidade de todos nós” (Is 53:6). “Eis o Cordeiro de
Deus que tira o pecado do mundo” (1Jo 1:29).
segunda-feira, 21 de julho de 2014
A DOUTRINA DA APOSTASIA NO ANTIGO TESTAMENTO
Revisão: Paulo Cesar Antunes. [ www.arminianismo.com ]
Embora o Antigo
Testamento descreva Deus como o soberano Senhor, ele não compromete a afirmação
da liberdade e responsabilidade humana. No Antigo Testamento, cada um do povo
de Deus era livre para rejeitar Sua graça. O comportamento de uma pessoa não era
previamente ordenado por Deus. Era sua própria decisão que determinava se ele era
contado entre os justos ou entre os ímpios.
quarta-feira, 19 de março de 2014
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