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sexta-feira, 31 de março de 2017
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Argumento Consequente Contra o Calvinismo
Argumento Consequente Contra o Calvinismo[1]
1. (Premissa) Se p é verdadeiro, e eu não posso evitar de
fazer p, e se p então q, logo eu não posso evitar de fazer q.
(cf. Finch
and Warfield's modified beta)
2. (Premissa) Se o calvinismo é verdadeiro, e Deus
soberanamente deseja p, logo eu não posso evitar que Deus deseje soberamente
p.
3. (Premissa) Se o calvinismo é verdadeiro, então eu faço A
somente se Deus soberamente deseja que eu faça A.
4. Deus deseja soberamente p então p.
5. Portanto, Se o calvinismo é verdadeiro e eu faço A, então
eu não tive como evitar minha escolha por A (1,2,3 e 4)
6. (Premissa) Eu não sou responsável por aquilo que não
poderia ter sido evitado.
7. Portanto, se o calvinismo é verdadeiro, eu não sou responsável
por qualquer coisa que eu faça.
8. (Premissa) Eu sou responsável por algo que eu faço.
9. Logo, o calvinismo é falso.
[1]Fonte: < http://alexanderpruss.blogspot.com.br/2010/11/consequence-argument-against-calvinism.html.
>
Agradeço ao amigo Lucas Martins pela ajuda na
correção gramatical
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
A EVIDÊNCIA BÍBLICA PARA O CONHECIMENTO MÉDIO
*Tradução:
Douglas Ferreira da Silva
Porque
sugiro que Deus tem conhecimento médio? Basicamente, duas categorias podem ser
consideradas aqui: bíblica e teológica. No século 16 teólogos perceberam que
tinham boas razões bíblicas para asseverar que Deus possui conhecimento médio.
Um dos muitos textos citados foi 1 Samuel 23: 6-13:
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Van Inwagen e o Argumento da Consequência contra o compatibilismo
Entre
os argumentos recentes no debate sobre livre-arbítrio e determinismo, um dos
mais famosos é o argumento da consequência de Peter van Inwagen, que pretende
mostrar que o combatibilismo é falso. O compatibilismo é a visão de que todas
as nossas ações poderiam ser totalmente determinadas pelas leis da física mas
que, ao mesmo tempo, poderíamos ter livre-arbítrio no sentido necessário para a
responsabilidade moral. Van Inwagen introduz a essência desse argumento perto
do início do seu livro sobre livre-arbítrio e depois oferece três versões
técnicas detalhadas dele. Incluímos aqui apenas a versão simples e a primeira
formalização técnica (que pretende mostrar eu, sob o determinismo, nunca agiríamos
de nenhuma outra maneira que não seja a maneira pela qual agimos).
domingo, 6 de outubro de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Se Deus conhece minhas decisões como eu posso ter livre-arbítrio?
Nota: Essa versão está em inglês, mas é possível encontrá-la no youtube com opção legendada.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Deus, tempo e eternidade (Parte I)
*William Lane Craig
É um grande prazer estar aqui, e fiquei particularmente feliz que
Walter tenha mencionado a Sociedade Filosófica Evangélica [Evangelical
Philosophical Society]. Deus tem realizado uma obra notável no campo da
filosofia no âmbito anglo-americano, e o crescimento da Sociedade Filosófica
Evangélica é apenas uma evidência disso. Trouxe comigo alguns exemplares do
nosso periódico Philosophia Christi, para quem quiser conhecê-lo mais
de perto. Recebemos tanto a membros associados como a membros efetivos na
Sociedade. Os dois tipos de membresia incluem uma assinatura do periódico;
portanto, convido-os para depois darem uma olhada nele, se tiverem interesse.
Deus, tempo e eternidade (Parte II)
*William Lane Craig
E quanto à temporalidade divina? Permitam-me partilhar com vocês
dois argumentos favoráveis à temporalidade divina. O primeiro é o argumento
baseado no relacionamento causal de Deus com o mundo. Para entendê-lo, é
preciso antes compreender a diferença entre mudança intrínseca e extrínseca. Algo muda intrinsecamente se uma de suas
propriedades, isolada do relacionamento com qualquer outra coisa, mudar. Por
exemplo, uma maçã durante a maturação muda de verde para vermelho. Essa é uma
mudança intrínseca à maçã. Algo muda extrinsecamente se mudar nas suas relações
com algo mais. Por exemplo, eu já fui mais alto do que meu filho John, agora
sou mais baixo do que ele, não por causa de alguma mudança intrínseca em mim,
mas em razão de uma mudança intrínseca nele. Ele ficou mais alto. Eu fiquei
mais baixo do que John sofrendo uma mudança extrínseca. Com relação à minha
altura, permaneci intrinsecamente imutável, mas sofri uma mudança extrínseca
com relação a John, já que agora, devido ao crescimento dele, eu estou numa
nova relação, qual seja, menor do que, uma vez que antes eu tinha uma relação
diferente com meu filho John, maior do que. Assim, pois, sofri uma mudança
relacional ou extrínseca.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
O Conhecimento de Deus implica Fatalismo?
por Jonathan Sarfati
Um anti-teísta (ateu
revoltado com Deus) alegou, na página do CMI no Facebook, ter um argumento
devastador contra o Deus da Bíblia: que a Onisciência de Deus é incompatível
com a livre escolha.
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